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Alunos do Colégio Auxiliadora fazem videochamada com renomado escritor indígena

Os alunos do 6º ano do Colégio Auxiliadora, de Ribeirão Preto, participaram, no dia 11 de maio, de um bate-papo especial. Do outro lado da telinha do computador, como convidado de honra, estava o escritor e professor Daniel Munduruku, pertencente ao povo indígena de mesmo nome. Daniel é autor de 54 livros publicados por diversas editoras no Brasil e no exterior, a maioria classificados como literatura infanto-juvenil e paradidáticos, e hoje se destaca como um dos maiores expoentes da cultura indígena e brasileira.

O autor compartilhou com as turmas algumas histórias pessoais e respondeu às perguntas relacionadas às tradições da aldeia, principais atividades e costumes indígenas, entre outras. Durante a palestra, os alunos também tiveram conhecimento de uma informação que deixou todos encantados: Daniel é ex-aluno salesiano e frequentou a Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo), em Lorena. Hoje, ele é presidente e diretor da ONG e selo editorial Instituto UKA – Casa dos Saberes Ancestrais.

Coleção Rotas em ação

A realização da palestra foi motivada pelo novo material didático do Fundamental II, a Coleção Rotas, que traz conteúdos ligados aos povos originários do Brasil. Na disciplina de Língua Portuguesa, comandada pela professora Telma Bianchi, os alunos estudaram sobre o gênero entrevista e conheceram diversos autores indígenas. O bate-papo com o autor foi um grande desejo das turmas e contou com o apoio da coordenação.

Pietro Nogueira foi um dos alunos que escolheu o nome de Daniel Munduruku para realizar a pesquisa. Para ele, a palestra foi ainda mais especial. “Fiquei muito feliz em poder ouvi-lo ‘pessoalmente’, mesmo que de forma virtual. Ele estava ali, contando suas histórias e respondendo nossas dúvidas”, afirmou Pietro, que, ao fazer o trabalho, disse ter descoberto muitas curiosidades sobre o povo indígena.

Victoria Afonso também adorou a palestra e achou o escritor muito simpático. Sua parte preferida foi quando ele ensinou a turma a dizer “bom dia” na língua indígena. “Tanto a pesquisa como o bate-papo com o Daniel trouxeram muitas novidades para o meu vocabulário. Descobri que algumas expressões podem ser desrespeitosas e, por isso, devemos conhecer melhor essa cultura”, comentou a aluna.

Marcella Costa – Comunicação e Marketing – Colégio Auxiliadora

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