11 jul, 2019

Foi encaminhada a Causa de Beatificação e Canonização de Madre Rosetta Marchese Filha de Maria Auxiliadora.


Foi encaminhada a Causa de Beatificação e Canonização de Madre Rosetta Marchese Filha de Maria Auxiliadora

Foi encaminhada a Causa de Beatificação e Canonização de Madre Rosetta Marchese Filha de Maria Auxiliadora

Roma (Itália). No dia 1º de julho de 2019, o Postulador Geral das Causas dos Santos da Congregação Salesiana, Pe. Pierluigi Cameroni, e a Secretária Geral do Instituto das FMA, Ir. Piera Cavaglià, entregaram ao Cardial Angelo De Donatis, Vigário de Sua Santidade o Papa Francisco, através do Tribunal diocesano do Vicariato de Roma, o pedido oficial (Supplex libellus) para que seja aberto o inquérito Diocesano sobre a vida, as virtudes heroicas, a fama de santidade e de sinais de Madre Rosetta. É o primeiro e importante passo para o reconhecimento eclesial da santidade de Madre Rosetta, FMA, Superiora Geral do Instituto.

É significativa a data em que se concluiu a coleta da documentação exigida: dia 28 de junho, solenidade do S. Coração de Jesus. Madre Rosetta de fato é uma FMA solidamente enraizada em Jesus, desejosa de tornar seu amor conhecido de todos, especialmente dos jovens e das jovens. Em sua vida de educadora, professora, assistente, formadora, Conselheira e Madre Geral, percorreu um caminho de conformação a Jesus até a oferta da própria vida pela santidade do Instituto, pelos sacerdotes, pela salvação da juventude. Como Maria, fez de sua vida um dom de amor e de maternidade espiritual. Nela contemplamos uma das obras primas com as quais o Espírito Santo enriqueceu o Instituto e a Igreja.

Madre Rosetta Marchese nasceu em Aosta, no dia 20 de outubro de 1922, em uma família de profunda e fervorosa fé cristã. Desde pequena conheceu e frequentou as Filhas de Maria Auxiliadora, crescendo, junto delas, na fé e no seu ideal de consagração total a Deus. Depois da primeira profissão religiosa (1941), completou os estudos na Universidade Católica do «Sagrado Coração» diplomando-se em Letras. De 1947 a 1958 foi professora e vigária na Casa missionária «Madre Mazzarello» de Turim, onde seguiu com particular atenção as irmãs jovens que se preparavam a partir para as missões. De 1958 a 1974 desempenhou tarefas de animação e de governo na Sicília, em Roma, na Lombardia. Em toda parte se revelou pessoa atenta às necessidades da Igreja local e aos sinais dos tempos, suscitando estima e apreço por parte das autoridades religiosas e civis.

O Capítulo Geral XVI, de 1975, elegeu-a Conselheira Visitadora. O Capítulo Geral XVII, no primeiro escrutínio de 24 de outubro de 1981, elegeu-a Superiora Geral. À distância de apenas oito meses de sua eleição chegaram os primeiros sintomas da leucemia, que logo se revelará em sua inexorabilidade. Na circular de 24 de outubro de 1982, primeiro aniversário de sua eleição a uma maternidade que então se manifestava no dinamismo misterioso do sofrimento, Me. Rosetta concluía o seu ensinamento desejando a todas as suas filhas que se deixassem contagiar por Dom Bosco «de saudades profundas do “belo Paraíso”», para entrar no caminho da santidade «com uma vontade sem retorno». «A meta é única: chegar ao Paraíso com todos os jovens pelos quais doamos e consumimos a existência»

Neste ano, em que a Estreia convida a Família Salesiana à santidade, o testemunho de Madre Rosetta anima a descobrir a vocação à santidade e a buscá-la com todas as forças.

Agora é responsabilidade de todos: FMA, comunidades educativas, sacerdotes, leigos/leigas, jovens aprofundar o tesouro de santidade que é Madre Rosetta, torná-la sempre mais conhecida, amada, rezar para que seu testemunho luminoso de Jesus se difunda na Igreja e no Instituto que ela tanto amou e pelo qual ofereceu a vida.

 


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