Instituição canônica da nova Inspetoria Nossa Senhora Aparecida e posse da Inspetora Irmã Nilza Fátima de Moraes
03/02/2021
Instituição canônica da nova Inspetoria Nossa Senhora Aparecida e posse da Inspetora Irmã Nilza Fátima de Moraes
03/02/2021
Na manhã do dia 02 de fevereiro de 2021, foi realizada a Celebração Eucarística na Capela do Colégio de Santa Inês em São Paulo, para nomeação oficial e posse de nossa querida Ir. Nilza Fátima de Moraes como Inspetora da nova Inspetoria Nossa Senhora Aparecida, hoje, alargada oficialmente com a união de forças das FMA de Campo Grande, Porto Alegre e de São Paulo.
A celebração eucarística foi presidida pelo Inspetor Pe. Justo Ernesto Piccinini e concelebrada pelos Pe. Nivaldo Pessinatti (Inspetor - BRE), Pe. Ricardo Carlos (Inspetor - BCG), Pe. Gilson Marcos da Silva (Inspetor – BPA), Pe. Hélio Espínula Soares Pinto, Pe. Paulo Renato Fernandes Campos e Diácono: Magno Fonzar Albuquerque.
Também participaram da celebração o novo conselho Inspetorial da Inspetoria Nossa Senhora Aparecida, composto pelas Irmãs: Dorcelina de Fátima Rampi, Helena Gesser, Gisele Rodrigues Coelho, Maria Ivone Ranghetti, Lucia Jacinta Finassi, Solange de Fátima Sanches, Mirian Angélica Leopoldo dos Santos e Ivone Aparecida Calvo Marcuzo.
A celebração foi encerrada com a transmissão da mensagem da Madre Geral Ir. Yvonne Reungoat cumprimentando e agradecendo às Inspetoras brasileiras, às Irmãs e a todos que contribuíram para que o processo da Nova Configuração chegasse ao seu término.
Descreveu os sete anos de preparação para as unificações como “um tempo muito fecundo de abertura ao Espírito, de atenção às questões que surgem do mundo juvenil brasileiro, de busca comum daquilo que melhor garantiria a continuidade da presença educativa nas novas condições das nossas comunidades religiosas e educativas, na realidade histórica, social, econômica do Brasil no Terceiro Milênio”. Mas, também, como um tempo desafiador com“ momentos de perplexidade, de procura, de sofrimento e de esperança, que culminavam sempre numa oração mais intensa, para que Maria Auxiliadora, que nos quis há quase cento e trinta anos no Brasil, nos mostrasse o que nos pede hoje, como revitalizar a presença de Suas filhas”.
Destacou que “todo o processo para a criação da nova configuração das Províncias foi vivido em profunda comunhão, que foi força e luz”, afirmando que, por “se hoje podemos celebrar com serenidade esta etapa, é em virtude da comunhão de intenções que se estabeleceu ao longo destes anos de procura. É com profunda paz que, juntos, entramos nesta nova configuração da presença das Filhas de Maria Auxiliadora no Brasil e consideramo-la um dom do Senhor, de Dom Bosco, de Madre Mazzarello”.
Lembrou a todas que “A nova configuração não é uma simples reorganização jurídica, mas a concretização da vontade de fazer “brilhar [com mais força] o amor de Deus pelo homem, pela mulher e por todo o universo” neste grande País, com o carisma de Dom Bosco e Madre Mazzarello. Estamos, todos juntos, a gerar uma nova vida que será fecunda conforme a vontade do Senhor em seu Projeto de amor pelas/os jovens do Brasil” (...) pois, este novo tempo é “o alvorecer de um tempo de renovação espiritual e apostólica (...) Agora, Maria Auxiliadora pede-nos que estejamos presentes com uma nova estrutura organizacional, mais adequada às condições atuais, pede-nos que sejamos o fermento que faz levedar a massa, o sal que dá sabor, que caminhemos com os jovens, para que eles descubram em Jesus o sentido da sua vida. É importante ser bom fermento!”
Recordou um das importantes metas da nova configuração o “despertar a frescura original da fecundidade vocacional do Instituto” que nos propomos como objetivo do nosso próximo Capítulo Geral vinte e quatro, pois é isso que nos torna “Comunidades que geram vida no seio do mundo contemporâneo”.
Afirmou que a celebração é um acontecimento eclesial não apenas do Instituto ou da Família Salesiana. Destacou a presença da Família salesiana que “mostra a todos como o carisma comum nos une, nos ensina a trabalhar juntos pelo bem do mundo juvenil, como a partilha do projeto de Dom Bosco e de Madre Mazzarello (...)”
Manifestou o seu desejo de que “cada respiração de cada uma das Filhas de Maria Auxiliadora, de cada um dos colaboradores e colaboradoras seja para Deus e para os jovens (...)! e que as quatro Inspetorias que percorreram juntas todo o caminho da nova configuração continuem juntas, abertas à novidade do Espírito presente no hoje da história”.
Concluindo, Madre Yvonne afirma que percebe como “um sinal da presença especial de Nossa Senhora”, no Brasil-FMA, os nomes escolhidos para as novas Inspetorias que nos remetem a Maria: “Maria: Auxiliadora, Aparecida, Nossa Senhora da Amazônia e a quarta é dedicada à “filha de Maria exemplar”, como Pio XI (onze) definiu Madre Mazzarello”, colocando de forma particular as novas Inspetorias “sob o olhar de Nossa Senhora que, como no passado, também para o futuro, continuará a "fazer tudo", a "viver" nas nossas casas, a "passear" nelas e a cobri-las com o seu manto, segundo as palavras de Dom Bosco em Nizza, por ocasião da sua última visita a Nizza Monferrato, aquela que, na altura, era Casa Geral das Filhas de Maria Auxiliadora, a vinte e três de agosto de 1885 (cf. Cron. V, 51-52).
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